Promessa

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Educação promove palestra com renomado educador nacional


Professor e doutor Paulo Roberto Padilha, do Instituto Paulo Freire,é autor do livro “Educar em Todos os Campos”, registro de vastas experiências, trajetórias e reflexões
A Prefeitura de Três Lagoas, por meio da Secretaria Municipal de Educação e Cultura (Semec), em parceria com o Sistema de Ensino Aprende Brasil, promoveu palestra de renomado educador nacional, dirigida a todos os servidores e servidoras da Rede Municipal de Ensino (Reme), na noite desta terça-feira (24).
A palestra do professor e doutor Paulo Roberto Padilha, diretor de Desenvolvimento Institucional do Instituto Paulo Freire, São Paulo (SP), foi proferida no auditório das Faculdades AEMS.
No evento, além da presença quase maciça dos professores e professoras da Reme, diretores de Escola e servidores da Semec, estavam também presentes o secretário de Educação e Cultura, professor Mário Grespan Neto; diretora Pedagógica da Semec, professora Jussara Aparecida Fernandes; e a professora Nara Maria Pasinato, representando o Sistema de Ensino Aprende Brasil (Editora Positivo).

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Educação e terceira idade(ou aprendizagem da maturidade)

Sem querer mistificar a experiência de sensibilidade e de vulnerabilidade que acompanha o processo de envelhecimento a vários níveis, proponho-me neste texto evidenciar a ideia de que todas as etapas e momentos da vida têm os seus pontos fortes e os seus pontos fracos e que, enquanto humanos, é com isso que temos que viver. Com a consciência de que somos seres com limitações mas também, e fundamentalmente, que somos seres com infinitas possibilidades. Ora, do meu ponto de vista, um dos pontos fortes das pessoas da terceira idade, a partir do qual deve ser pensada a sua participação social, é precisamente a relação com o tempo ligada à sabedoria que é própria de uma maturidade serena.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Dificuldades na aprendizagem


A psicopedagogia surgiu como norteadora dos procedimentos necessários ao trabalho com crianças que apresentam barreiras à sua aprendizagem. Através de estudos nas áreas da psicanálise, psicologia social e epistemologia genética, a psicopedagogia objetiva o reconhecimento das capacidades da criança visando retirar o obstáculo que a impede de aprender.
 estudo da psicopedagogia demonstra que não há uma relação causa-efeito sobre os fatores que obstacularizam a aprendizagem, mas, sim, há um contexto que envolve o ser aprendente  e o “objeto” a ser analisado e compreendido. Na análise do contexto, a aprendizagem e o ensino estão em consonância para a compreensão do processo de cada indivíduo. Ou seja, para cada sujeito haverá um processo singular, permeado por uma aprendizagem individual e social onde as estratégias de ensino estarão em acordo ou desacordo.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011


Programa incentivará a formação técnica

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Revitalizar o ensino médio brasileiro e minimizar o gargalo da mão de obra qualificada para postos de trabalho. Esses são alguns dos desafios que o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e ao Emprego (Pronatec) espera vencer após sua implementação.

O programa foi aprovado na última quarta-feira (31), no Plenário da Câmara e seguiu para análise do Senado. O Pronatec pretende aumentar a oferta de cursos profissionalizantes e de qualificação. “Existem 7 milhões de jovens cursando o ensino médio brasileiro e 10% apenas fazem um curso técnico. A economia crescente exige trabalhadores qualificados no mercado e parte do contingente que está saindo do ensino médio não tem habilidade profissional”, avaliou o deputado federal Antônio Carlos Biff, membro da Comissão de Educação e Cultura da Câmara Federal (CEC) e relator do Pronatec.

OPORTUNIDADE

O Pronatec foi apresentado e discutido ontem com os paraenses durante um encontro realizado na Universidade do Estado do Pará (Uepa). Estudantes de escolas públicas de Belém e professores participaram do evento. Leda Paes, estudante do 1º ano do ensino médio, já faz um curso técnico concomitante aos estudos. “Faço o curso técnico de enfermagem e me sinto mais preparada para o mercado. Acho que essa será uma boa oportunidade para os alunos”, disse.

Os estudantes de ensino médio da rede pública de ensino, beneficiários de programas sociais e trabalhadores (incluindo agricultores, índios, quilombolas, extrativistas) são o público–alvo do programa. As ofertas de bolsas também estão previstas no Pronatec. “Nossa meta é, nos próximos quatro anos, capacitar 8 milhões de jovens e trabalhadores”, afirmou o deputado.

Todos os estados da federação devem ser contemplados com as vagas, que serão ofertadas em escolas técnicas profissionais estaduais e federais e nos cursos no “Sistema S” (Sesi, Senai, Sesc e Senac). A ampliação do Fies (Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior) e vagas no ensino a distância (pelo E-Tec) também devem ser disponibilizadas. Na última quarta-feira foi aprovada uma emenda que destina 30% das vagas para as regiões Norte e Nordeste”, explicou o deputado federal Claudio Puty, presidente da Comissão de Tributação e Finanças da Câmara Federal (CFT).

A oferta de qualificação seria uma alternativa para formar profissionais aptos a suprir as exigências do mercado de trabalho. “Temos uma população universitária reduzida e o Pronatec seria uma alternativa de complementar a educação do ensino médio. No Pará, parte da mão de obra vem de outros estados para preencher as vagas”, disse Puty.

Os cursos também deverão explorar as potencialidades de cada região, segundo a comissão. “Os cursos serão dirigidos de acordo com o mercado de trabalho do local, adequado às necessidades locais”, afirmou Biff. (Diário do Pará)

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Educação permanente traz bem -estar ao idoso

"Educação deve ser um processo contínuo e permanente vivido pelo ser humano por toda a vida, não só pelo contato com a escola e universidades, pelo sistema formal, mas também por meio da sociedade que transmite, conserva e aperfeiçoa seus valores"

Terceira idade


            Quando se fala no assunto referente à educação para esta faixa etária, em um primeiro momento o que as pessoas são levadas a pensar é na escolaridade nos moldes da educação regular, até porque em decorrência do Estatuto do Idoso foram criadas as Universidades para a Terceira Idade. Não é e errado assim pensar, porque o idoso pode recomeçar ou se reciclar.
 Ao falarmos em educação associada ao envelhecimento o fazemos considerando que a população idosa hoje é bem maior que na década anterior, assim como a expectativa de vida. Outro dado é que o comportamento do idoso da atualidade é bem diferente dos idosos de outras décadas. Como as pessoas deverão viver mais, então que vivam melhor, com mais qualidade de vida, mais prazer, que se permitam realizar sonhos outrora não realizados, que desenvolvam potencialidades ou habilidades que por qualquer motivo tenham ficado em segundo plano ou esquecidas.
 Aqueles que nunca freqüentaram os bancos escolares poderão fazê-lo hoje através de grupos específicos, criados para este fim.
O indivíduo não é um ser acabado, devendo procurar se aprimorar sempre. È natural que na terceira idade prossiga neste processo de crescimento, inserindo-se em diversos grupos, ao invés de isolar-se, deprimir-se e/ou viver à margem das inovações.
A educação na terceira idade pode estar ligada a um processo informal de aquisição de conhecimento, de desenvolvimento de habilidades, ou de contato com novas tecnologias que podem facilitar a vida de cada um.
A educação informal pode ocorrer por meio da leitura, de palestras, de viagens, visitas a museus, exposições, filmes, concertos, participação em grupos de interesses diversos, de aprofundamento da espiritualidade e da religiosidade, de aprendizado sobre o processo de envelhecimento, o que facilitará a compreensão e aceitação desta nova etapa da vida.  Também pela convivência e troca com pessoas de outras gerações, pela curiosidade em desvendar as novas tecnologias como uso de telefone celular, manuseio de eletrônicos e eletrodomésticos, objetos estes que outrora eram raridade e que ao dominar o funcionamento estará se permitindo experimentar novas oportunidades de aprendizado, de lazer, entretenimento, possibilitando manter diálogo a respeito destas novas experiências, o que sem dúvida favorece e enriquece o relacionamento interpessoal.
A educação e o aprimoramento na terceira idade devem visar aspectos relativos ao melhor relacionamento, maior inserção social, elevação da auto-estima, desenvolvimento de habilidades que proporcionem prazer, alegria de viver, facilidade de entendimento do mundo atual, não vivendo só do passado.
As atividades voluntárias propiciam crescimento pessoal, e é importante o seu desenvolvimento, em especial nesta época da vida, que vão auxiliar para que a etapa de envelhecimento não se caracterize só por perdas, mas por incontáveis aspectos positivos para as partes envolvidas.
Há um mundo novo a ser descoberto, desde que cada um se disponha a nele entrar, para os mistérios desvendar superando dificuldades, barreiras interiores e preconceitos.


segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Nunca se preocupe com a sua idade

   A idade é o que menos importa quando decidimos voltar  a estudar, o que vai contar realmente é a sua decisão de voltar e quais são os seus reais motivos o que os levaram a retornar.